As chuvas de verão no Sudeste são um dos fenômenos climáticos mais esperados — e temidos — do Brasil. Entre dezembro e março, estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais concentram grande parte do volume de chuva de todo o ano, muitas vezes em temporais rápidos e intensos.
Por que o verão concentra tanta chuva no Sudeste
O calor típico do verão favorece a formação de nuvens de chuva convectivas, que se desenvolvem rapidamente e descarregam grandes volumes de água em pouco tempo. Além disso, fenômenos como a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) costumam se formar sobre a região nessa época, prolongando períodos de chuva por vários dias seguidos.
Os riscos das chuvas intensas
Em áreas urbanas com pouca infraestrutura de drenagem, essas chuvas provocam alagamentos, enquanto em regiões de encosta o volume de água aumenta o risco de deslizamentos de terra. Cidades como São Paulo e municípios da Região Serrana do Rio de Janeiro registram, praticamente todo verão, ocorrências desse tipo.
Como as cidades se preparam
Sistemas de alerta de defesa civil, monitoramento de encostas e obras de drenagem são algumas das medidas usadas para reduzir os impactos das chuvas de verão. Ainda assim, o crescimento urbano desordenado continua sendo um dos principais fatores que agravam os riscos nessa época do ano no Sudeste.